Bolsonaro apoiou a Nanomedicina, enquanto Lula mantém distância

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Foto: Wesley Sousa - Ascom/MCTI

Em contraste com a reputação do governo Bolsonaro de negligenciar a ciência, foi estabelecida em 2022 uma parceria, por intermédio do então Ministro do MCTI, Paulo Alvim, entre o governo e a Sociedade Brasileira de Nanomedicina. Essa colaboração resultou na realização da 2ª edição do Congresso Brasileiro de Nanomedicina nos dias 23 e 24 de setembro de 2022, em São Paulo. Na ocasião, o evento recebeu apoio institucional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e contou com a participação de estudiosos reconhecidos no Brasil e no mundo por suas significativas contribuições ao setor.

Por outro lado, no governo Lula 3, há quase um ano, representantes da Sociedade Brasileira de Nanomedicina tentam estabelecer uma parceria com o MCTI, sem sucesso. “Para não demonstrar total descaso, o MCTI enviou um e-mail informando que um setor do ministério entraria em contato, mas até hoje isso não ocorreu”, declarou Cristovão Pinheiro, presidente da entidade.

Segundo Cristovão Pinheiro, “Mesmo diante da evidência de que a nanomedicina desempenhou um papel fundamental no combate à COVID-19, sendo considerada um método revolucionário para impulsionar o desenvolvimento da medicina, o governo Lula 3 ainda não demonstrou sinais de investimento efetivo ou interesse nesse setor”.

Enquanto o Brasil faz investimentos limitados em equipamentos e incentivos financeiros para pesquisadores, estima-se que o mercado global de Nanomedicina alcance um investimento de US$ 512,5 bilhões até o final de 2028, conforme estudo da Transparency Market Research (TMR).

A nanomedicina é essencial para o avanço da medicina no Brasil, sendo concebida para elaborar ferramentas que otimizem diagnósticos e potencializem os efeitos de medicamentos utilizados no tratamento de doenças com o uso da nanotecnologia.

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