Envie-nos seu Contato

Edit Template
Edit Template

Envie-nos seu Contato

Edit Template
Edit Template

Muito candidato, pouca política

A perspectiva do eleitor para a eleição deste ano talvez seja uma das piores dos últimos tempos. Não pela falta de candidatos, mas pela pobreza do debate. De um lado, vemos candidatos tentando conquistar atenção comendo diante das câmeras, fazendo gracinhas ou copiando tendências populares para parecerem espontâneos, inteligentes e, principalmente, viralizarem. O problema é que viralizar não significa, necessariamente, converter atenção em voto, enquanto as discussões realmente importantes ficam em segundo plano.

Do outro, aparecem ideias mirabolantes sobre economia, emprego, preços e desenvolvimento, como se decisões políticas pudessem ignorar as regras de uma economia capitalista, as limitações do Estado e a própria capacidade de influência do cargo pretendido. Há ainda os que repetem discursos sobre redução de gastos, justiça social, responsabilidade fiscal ou combate aos privilégios, mas raramente explicam onde cortarão, quem pagará a conta ou como transformarão essas ideias em decisões concretas.

O problema maior é o empobrecimento da política como espaço de discussão séria. Quando propostas são substituídas por performances, slogans e promessas impossíveis, sobra ao eleitor escolher não necessariamente o melhor projeto, mas aquele que parece menos ruim. E talvez esse seja o retrato mais preocupante desta eleição: temos candidatos demais tentando chamar atenção e poucos demonstrando que realmente compreenderam, com seriedade, os problemas que pretendem enfrentar.

Sobre o autor
Cristovão Pinheiro é consultor político e estrategista de comunicação, com mais de 25 anos de experiência. Dirige a Metaverso Brasil, atuando com estratégia, inovação, tecnologia e comunicação. Foi reconhecido entre os 50 maiores estrategistas políticos da América Latina.

Redacão

Escritor e Editor

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tradição que aponta para o futuro

A História

Fundado em 7 de maio de 1908, na então Parahyba do Norte, O Norte nasceu pelas mãos dos irmãos Oscar Soares e Órris Eugênio Soares. Desde seus primeiros anos, destacou-se pela ousadia editorial, pela qualidade gráfica e pela presença marcante na vida pública paraibana, tornando-se um dos nomes tradicionais da imprensa regional.

Ao longo do século XX, O Norte acompanhou e registrou importantes acontecimentos políticos, sociais e culturais do Brasil e da Paraíba. Atravessou diferentes períodos da história nacional e construiu um legado jornalístico que marcou gerações de leitores.

Uma Nova Fase

Após um período fora de circulação, O Norte iniciou, em 2019, uma nova fase de sua história, voltada às transformações do jornalismo e da comunicação digital, preservando a memória e a tradição associadas ao nome desde 1908. A marca O NORTE conta atualmente com registros em vigor junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI): Processo nº 913859516 Processo nº 929013409

O Presente

Hoje, O Norte atua como um projeto de comunicação multiplataforma, reunindo jornalismo digital, conteúdo audiovisual, redes sociais e preservação histórica, mantendo seu compromisso com a informação e a memória regional.

Feed do Instagram

Edit Template

Mais do que um veículo de informação, O Norte reafirma sua vocação como uma bússola editorial, referência crítica, ética e cultural para a Paraíba e o Brasil.

Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado. Tente novamente.

Últimas Notícias

© 2026 O Norte. Todos os direitos reservados. O NORTE® – Marca Registrada.

 

Mais do que um veículo de informação, O Norte reafirma sua vocação como uma bússola editorial, referência crítica, ética e cultural para a Paraíba e o Brasil.
Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado. Tente novamente.

Últimas Notícias

Contato

Nossa Política

© 2025 O Norte Todos os Direitos | Por Sow Vision