“Estamos trabalhando para um dia oferecermos a cura da aids”

Após 38 anos do aparecimento dos primeiros casos de aids no mundo, avanços “extraordinários” da medicina transformaram o prognóstico da doença de fatal para uma condição crônica e gerenciável. O adjetivo entre aspas é do infectologista Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (com sigla em inglês NIAID), dos Estados Unidos. Ele é uma das principais autoridades no assunto e um dos primeiros a aderir ao esforço científico global para identificar e combater a enfermidade.

Quando Fauci envolveu-se no estudo da aids, ninguém sabia a sua causa. Foi somente em 1983 que o HIV, vírus responsável pela doença, foi isolado. Hoje, estão sob sua batuta alguns dos mais importantes experimentos associados à busca por meios mais eficazes de prevenção e à cura da infecção, que já causou mais de 40 milhões de mortes no planeta.

Em entrevista exclusiva à Agência Einstein, concedida às vésperas do Dia Mundial da Aids (1º de dezembro), ele falou sobre o cenário do HIV no mundo. Também discutiu as expectativas sobre os resultados de testes clínicos com vacinas, as terapias de efeito prolongado e os remédios que causam cada vez menos efeitos colaterais.

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